
Damyller busca novos ares para sua coleção primavera 2010 verão 2011
e investe na primeira campanha da grife no exterior, fotografada pelo alemão
Sacha Höchstetter, no deserto do Atacama, no Chile. Apresentada pelos modelos
Adriana Caye e Renne Castrucci, a coleção traz peças dignas de exploradores.
A grande novidade da coleção é o tingimento com borra de café,
projeto que faz parte da linha ecológica da Damyller. O jeans vintage,
com lavação média e beneficiamento sujo e desgastado,
dá um aspecto bem surrado, assim como nas malhas.

Com peças úteis e confortáveis, a Damyller criou um shape variado
e apostou nos modelos mais justos ao corpo, como as jeggings
e as hot pants, com cintura alta, o que torna a roupa bem feminina.
Peças mais soltas não ficaram de fora. Os modelos boyfriend e carrot
voltam para as vitrines em shortinhos, bermudas e nas peças cargo
com influência militar. Além do jeans, principal produto da marca, a Damyller
apostou também nas sarjas, que aparecem em tons caqui, verde militar,
ora em cores firmes, ora estonadas. Os detalhes ficam por conta
das aplicações de metais, como tachas, correntes, couro e toques de renda.

Campanha Verão 2011 no deserto do Atacama, no Chile
Para fugir do caos urbano e se aproximar mais da natureza, a Damyller
escolheu o deserto do Atacama para produzir a campanha Verão 2011.
“A nossa proposta era fazer algo diferente e seguir a macrotendência
do Escapismo”, declara Damylla Damiani, consultora de estilo da grife.
Com o objetivo de evitar os cartões postais clássicos da região,
o fotógrafo Sacha Höchstetter buscou locações excepcionais e menos óbvias.
O local foi literalmente desbravado, com lugares pouco frequentados
e cenários pouco explorados. A ideia da campanha era exatamente isso:
uma aventura em busca de algo novo e exótico, uma fuga dos grandes
centros em busca da energia de um lugar único.

Damyller
No dia 13 de março de 1979, quando iniciou a operação da então marca
Damy, num sobrado improvisado em Criciúma (SC), o sócio-diretor
Cide Damiani contava com a ajuda de apenas dez funcionários
e sete máquinas. Trinta e um anos depois, o parque fabril em Nova Veneza,
resume o rumo que a empresa familiar tomou desde então.
Atualmente são 77 lojas próprias distribuídas pelo país – a expectativa
é que mais duas sejam abertas ainda este ano. A empresa gera 1,8 mil
empregos diretos.











